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Sobre o Curso2022-07-20T10:09:21-03:00

Sobre o Curso

Cursos de Árabe, Espanhol, Francês e Inglês.
Capacitamos refugiados/as para dar aulas de idiomas e cultura. Muito mais que gerar renda, queremos promover a troca de experiências, a valorização pessoal e a quebra de barreiras culturais. Saiba mais:

DIFERENCIAL

O Abraço Cultural utiliza um método inovador de ensino em idiomas e material didático próprio. Nossa ideia é aprender através da cultura do professor. Queremos que o aluno se aproxime de diversas culturas e aprenda uma língua de uma forma mais completa. Que tal aprender árabe escutando uma contadora de histórias? Ou espanhol, com um grupo de música tradicional cubana? Que tal aprender francês enquanto aprende também um pouco mais da riqueza do continente africano? É isso que queremos proporcionar. No Abraço Cultural, o aluno terá aulas regulares focadas no idioma duas vezes por semana. E periodicamente, todos os alunos são convidados para um workshop de tradições, que pode envolver culinária, dança, literatura, cinema, curiosidades, política e história de um país tema da semana. Com o Abraço Cultural você poderá aprender Árabe, Espanhol, Francês e Inglês.

Professores

Conheça a história de alguns de nossos professores e professoras.

Foi por não conseguir se desconectar das coisas ruins e por ter muita vontade de fazer coisas boas que Ender resolveu deixar a Venezuela. Nas suas próprias palavras, ele conta que saiu de lá “pelos problemas políticos e sociais, uma crise generalizada gerada por um governo de ditadura”.
Mesmo tendo que se adaptar a uma nova cultura, sempre teve em si a vontade de sorrir independente do contexto. Afinal, abraçar o novo não significa deixar suas raízes para trás. Em alguns hábitos cariocas ele viu características de sua terra natal, embora tudo seja parecido e diferente ao mesmo tempo. O arroz com feijão não é o mesmo, assim como a forma de pensar ou mesmo de dançar.
Isso o permitiu ver o mundo de outra forma, algo que é refletido através de suas pinturas, eternizadas nos quadros que ele adora pintar. A venda da sua arte, inclusive, já o ajudou a pagar o aluguel no Rio, embora não tenha evitado que ele um dia tivesse apenas R$0,70 no bolso para viver. Em vez de se desesperar, tirou uma foto para lembrar o momento e caminhou quilômetros a pé para fazer a entrevista para o Abraço Cultural.
Embora nunca tenha pensado em ser professor, já que é formado em Engenharia Civil, Ender se empolgou com a ideia de dar aulas e descobriu o prazer em ensinar sua língua materna a outras pessoas. Ele afirma ser perfeccionista e exigente em classe, mas com um sorriso acrescenta que cada dia com os alunos é um aprendizado diferente, uma troca entre pessoas que querem se ajudar. Aqui, ele passou a ver o mundo de outra forma, sem nunca abandonar um grande ensinamento de sua família: ser uma pessoa correta. “Eu, venezuelano, refugiado, sou uma pessoa normal, com sonhos, aspirações e ideias. A situação no meu país é temporária, mas eu me identifico muito com o Brasil. A minha luta não é apenas pessoal, ela vai além, pois quero as melhores coisas para este país, como alguém que nasceu aqui”.

Tulin é síria, tem nome turco e alma de brasileira. De todos os 5 países que já viveu, o Brasil é definitivamente o seu favorito, especialmente porque, de acordo com ela, aqui as pessoas são muito abertas para falar de qualquer coisa, algo que não é nada comum em sua terra natal. E embora reconheça que ainda sofremos com alguns problemas, afirma que ainda assim na Síria a situação é muito pior.
“Tudo aqui é diferente de como é no Oriente Médio, até o jeito de andar na rua. Você fica com medo de alguém te roubar ou mexer com você porque você é mulher. Aqui tem machismo sim, mas muito pouco se comparado à Síria. Na rua não sinto muito isso. Lá todo mundo mexe com você na rua, chegando ao ponto de, em algumas épocas, eu nem querer sair de casa. Até as mulheres com hijab são atacadas”.
Esse senso de revolta contra o machismo e contra o regime autoritário que ela via em seu país trouxe consigo para a sala de aula. “Sempre falo nas aulas de algo que me incomoda na Síria. Falo muito também de Direitos Humanos e feminismo, e meus alunos são assim também”. Mas por mais que tenha esse pensamento mais ativista considera as suas aulas engraçadas, já que prefere manter um ambiente descontraído e pouco rígido.
Quem vê seu sorriso no rosto pode até pensar que a adaptação não passou por nenhum percalço, mas quando chegou ao Brasil, em 2015, ela não falava uma palavra de português. Por isso o contato com os alunos foi essencial para que ela se aprimorasse na língua. Afinal, por ser professora de inglês foi mais fácil conseguir se comunicar com todos enquanto não dominava o novo idioma.
Agora, já fluente, começa a cursar a sua primeira faculdade: Astronomia na UFRJ. Sua curiosidade não se restringe ao céu, mas a tudo relacionado à cultura brasileira. E esse aprendizado vem não apenas dos museus que tanto gosta de visitar, mas também da troca que tem com os seus alunos. “Aqui eu me sinto bem, nunca imaginei que trabalharia com algo tão legal”.

“Sou de um grupo étnico da África chamado bantou, e nós temos um sentido de esperança forte, mesmo nas situações mais difíceis”. A frase marcante define bem a vida de Jonathan, que passou por muitos percalços para chegar onde está hoje, mas sem nunca deixar de perseverar e perder a fé.
Nascido na antiga República do Zaire, hoje conhecida como República Democrática do Congo, Jonathan conheceu de perto a perseguição política. Seu pai havia trabalhado na Inteligência do governo de Laurent-Désiré Kabila, mas quando o presidente foi assassinado e seu filho Joseph Kabila assumiu o seu lugar. Foi aí que tudo mudou, porque as pessoas que até então trabalhavam para o Estado não apenas ficaram sem função como se tornaram os primeiros suspeitos de qualquer leve ameaça de conspiração.
Para fugir desses problemas, Jonathan resolveu estudar na África do Sul, onde começou a cursar Biologia, que é obrigatória por lá para quem quer fazer Medicina, como era o seu caso. Mas com o falecimento de sua mãe teve que voltar ao Congo, e com a situação de perseguição que vivia por lá preferiu tentar uma nova vida no Brasil. Aqui descobriu uma semelhança de cultura que não ele nem imaginava, principalmente no que diz respeito ao feijão. A única diferença é que no Congo as mães dizem aos filhos que comer esse alimento todo dia faz mal, algo que Jonathan logo percebeu que era lenda urbana.
Embora já tenha passado por situações complicadas no Rio, ele abraçou a cultura local. Além de fã de boxe, adora assistir futebol e ir para o estádio torcer pelo Flamengo. “O que eu gosto daqui é essa forma de se comunicar, como se as pessoas já se conhecessem há muito tempo. É isso que eu gosto daqui, a hospitalidade. Na África do Sul era bem diferente”.
Ao mesmo tempo, não abandonou as raízes. Ajuda como pode a tia que vive no Congo e que dirige uma ONG que ampara pessoas carentes de lá. Inclusive, o projeto já criou até uma escola pública – vale frisar que no país não há educação gratuita. Sem falar que agora ele mesmo vai virar estudante, porque vai se tornar estudante do curso de Engenharia da Computação. Já em sua própria sala de aula, é um professor de francês divertido, atento e dedicado. De bônus, ele ainda prepara uma comida congolesa quando a turma se mostra empenhada. “É a recompensa para quem faz os exercícios bem e se dedica”.

“É verdade que quando cheguei aqui eu tinha que batalhar, né? Tinha que achar meu lugar, meu caminho. Eu tinha graduação em Agronomia e Veterinária, que conclui no meu país, mas acabei trabalhando só um pouquinho na área. Depois disso decidi fazer uma pós-graduação em Gestão de Projetos e consegui um emprego lá, mas na área de Logística. Eu gostei tanto dessa área que fiquei trabalhando como assistente em uma empresa por uns 2 anos.

Quando eu vim para o Brasil, eu sabia que deveria recomeçar as coisas. Como já tinha uma pequena experiência com Logística, eu pensei em tentar uma vaga em um curso do SENAI, para reconstruir minha vida aqui e começar com algo que eu já tinha alguma experiência.

O curso tinha duração de 2 anos e tinha um processo seletivo para poder cursar, que também dava a oportunidade de cursá-lo de graça. Na época eu tinha completado só 8 meses aqui no Brasil, então meu português estava bem ruim; eu conseguia entender algumas coisas mas não sabia fazer quase nada na língua.

Mas eu fui lá, sem muita esperança de passar, e fiz a prova do processo seletivo. Depois da prova eu estava bem desesperado e me lembro de pensar bastante: “Mas nossa, todos esses brasileiros aqui que já falam português desde que nasceram, pra que eu vou competir com eles?”. Fiquei até desanimado. Mas quando o resultado saiu eu vi que tinha ficado em 3º lugar na colocação. Tinham mais de 200 candidatos e isso me motivou muito. Se eu consegui ficar no 3º lugar isso queria dizer que eu faço parte dos alunos bons, então fiquei confiante de que ia conseguir fazer o curso.

Nesse tempo, eu decidi fazer uma aula de português um pouquinho mais avançada e paguei um curso de Revisão Gramática e Literatura Brasileira.

Só que o que eu não sabia é que esse curso era para os que já eram nativos, muito avançado. Mas como eu já tinha pago, eu assisti do início ao fim, mesmo sem entender nada. E nessa época tinham novas regras de gramática do português, então foi difícil, mas uma experiência boa também.

Eu sou simples, sou grato pelo o que tenho. É claro que sempre sonho com coisas maiores na vida, mas já não preciso de mais nada com o que tenho. Eu tenho percursos de muita luta, mas esses percursos valeram a pena e são eles que formam a pessoa que eu sou hoje, que faz muitos amigos e que é muito feliz com a vida.”

“Antes de sua consolidação, o refúgio é uma quimera. É a última, e única esperança do sujeito que, envolvido politicamente, sofre uma perseguição que se faz insuportável. Por isso saí do meu país, Cuba.

Mas eu não escolhi o Brasil. O Brasil me escolheu. Como antropóloga e ativista no meu país, vim para o Brasil para participar de um colóquio sobre direitos humanos, em 2013. Estava psicológica e emocionalmente fragilizada.

Fiquei. Quando o Brasil se recusou a prorrogar meu visto, entrei com um pedido de refúgio. Muitas vezes, a caminhada foi difícil e desafiadora. Mas como a vida nunca é em branco e negro, também há bons momentos.

Eu tinha um amigo quando cheguei, Aristóteles. Ele é angolano. Posso dizer que ele é meu irmão. Ele me ensinou a andar. E me encontrar. Quando eu não sabia onde estava, ligava para ele, e ele dizia: ‘Vai pra esquina e procura o CEP, vou aí te buscar’. Fiquei especialista em coisas para conhecer em São Paulo sem dinheiro: biblioteca, cinema de graça no centro…

O Abraço apareceu quando parecia que tudo conspirava para me desanimar. Foi uma nova oportunidade de me permitir ter renda própria, aprender e me relacionar com pessoas afins aos meus interesses.

Conheci gente de diferentes lugares do mundo. Vi professores ganharem filhos brasileiros. Vi meus alunos se tornarem amigos. Há sete anos eu moro no Brasil, e há sete anos não vejo minha mãe. Esses amigos me deram o melhor presente que eu podia imaginar: levaram remédios para minha mãe e me trouxeram de volta um abraço dela”.

“Na verdade, o motivo que me trouxe para cá foi a minha mãe. Ela veio para cá e gostou bastante do país, mesmo já tendo visitado vários outros países, e me lembro que ela ficava me pedindo para vir para o Brasil:

— É um país muito bom, muito legal, você vai gostar – ela me disse.

— Tudo bem então, vamos nos ver – aceitei, depois de bastante tempo.

Então fui no consulado, peguei meu visto – que no início era um visto de turismo – e vim para o Brasil. E o porque da minha mãe viajar bastante é que ela trabalha como revendedora, então compra coisas de outros países e leva para revender na Nigéria produtos que não encontramos lá. Ela já costumava vir para o Brasil desde 2005, se não me engano, mas eu pessoalmente só cheguei aqui em dezembro de 2014.

Eu já fui para alguns outros países também, mas não tinha o Brasil na minha lista, vou ser sincero. Nunca na minha vida tinha imaginado que iria morar aqui, para falar a verdade. Pelo fato de na Nigéria se falar inglês, a gente costumava olhar para outras nacionalidades que falavam a mesma língua, como Austrália e Inglaterra. E até quando minha mãe me chamou para morar aqui eu não pensei que fosse morar mesmo, era mais um pensamento de ir conhecer e ver sobre o que ela estava falando.

Mas eu cheguei aqui e toda minha ideia mudou. Eu tinha uma ideia de que o Brasil era só um país de Carnaval, de futebol, sabe? Cheguei no aeroporto bem ansioso de encontrar pessoas diferentes e fazer amizades. Lembro de ligar para meus amigos assim que cheguei e contar que estava tudo bem. Detalhe curioso, e que me lembro muito, é que cheguei na plataforma 13 no Aeroporto de Guarulhos. Imagina né? (risos).

Eu posso falar que nasci na Nigéria mas cresci aqui. O Brasil mudou muitas coisas na minha vida: agora eu tenho dois filhos aqui, crescendo bem, por exemplo. O maior presente que o Brasil me trouxe foi a minha família e a possibilidade de realmente passar tempo com eles. Se Deus quiser eu posso ter mais um filho, ou mais dois, quem sabe (risos). Esse vai ser sempre o maior presente”.

“O Brasil me trouxe a oportunidade de realizar um dos meus maiores sonhos: trabalhar na Fifa. Eu trabalhei fazendo tradução do maior evento de futebol do mundo, o que me fez gostar ainda mais daqui.

Mas desde de pequeno minha família sempre me incentivou a aprender várias funções. Eu estudava nove meses por ano, e nos três meses restantes tirava 15 dias para descansar, dois meses para aprender uma coisa nova e mais 15 dias para me preparar para os meses seguintes. Meus primos trabalhavam como pintores, trabalhei com eles; marceneiro, trabalhei; eletricista, trabalhei; pedreiro, trabalhei também! Se eu tiver interesse para fazer, eu pesquiso e faço.

Tem diferenças na cidade, mas a cultura é parecida. As pessoas aqui, a natureza…Não tem muitos países iguais ao Brasil. O clima é diferente. Faz mais calor aqui no Brasil e também chove em horas inusitadas, o que eu achei muito bizarro. Na Síria, quando é tempo de seca, são três meses sem nenhum pingo de água.

Quando se pergunta sobre Síria, se fala de guerra, deserto, homem bomba, essas coisas que a mídia mostra para as pessoas. Se você vai pesquisar sobre o Brasil, vai ter uma ideia muito errada também. É claro que eu não estou 100% tranquilo. Eu gosto da minha vida aqui, das pessoas que eu conheci, mas sempre tenho bastante memória porque as primeiras coisas que eu vivi foram lá.

Tenho uma família muito grande: 4 irmãs, 18 tios e 91 primos. Me dá saudades dos amigos, das festas em família, de todo mundo se reunindo, da comida boa da minha mãe…

As comidas árabes feitas por brasileiros também são diferentes. A carne é diferente, os legumes são diferentes. Mas tem coisas maravilhosas aqui que a gente não tem na Síria.

Eu amo o Brasil! Em cinco anos aqui eu já achei meu caminho. Estou correndo, não só andando. Eu gosto sempre de sobreviver. Gosto muito de resolver as coisas. Se der certo, boa, se não der certo, eu gosto da tentativa”.

Unidades

SEDE SÃO PAULO
Rua dos Pinheiros, 706 – Casa 6 – Pinheiros

(Perto do Metrô Fradique Coutinho)

contatosp@abracocultural.com.br 
(11) 98300-7321 (Horário comercial)

SEDE RIO DE JANEIRO
Rua Conde de Bonfim, 488, 3º andar, Tijuca
(Perto do Metrô Saens Peña)

contatorj@abracocultural.com.br 
(21) 99825-9907 (Horário comercial)

UNIDADE TATUAPÉ SP
R. Dr. Ângelo Vita, 380 – Tatuapé

contatosp@abracocultural.com.br 
(11) 98300-7321 (Horário comercial)

UNIDADE LARGO DO MACHADO – RIO DE JANEIRO
Tv. Alm. Protógenes Guimarães, 42 – Catete

Unidade com atendimento presencial apenas a partir de 05/03/2020
contatorj@abracocultural.com.br

Abraço Rio – Tijuca

Abraço São Paulo

FAQ

Tem alguma dúvida sobre os nossos cursos? Veja se respondemos abaixo:

Quem é um/a refugiado/a?2018-05-16T11:16:52-03:00

De acordo com a Convenção de 1951 relativa ao Estatuto dos Refugiados (de 1951), são refugiados as pessoas que se encontram fora do seu país por causa de fundado temor de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, opinião política ou participação em grupos sociais, e que não possa (ou não queira) voltar para casa.
Posteriormente, definições mais amplas passaram a considerar como refugiados as pessoas obrigadas a deixar seu país devido a conflitos armados, violência generalizada e violação massiva dos direitos humanos.

Quais as vantagens de estudar no Abraço?2018-06-18T15:18:55-03:00

A maior vantagem é aprender uma língua de um jeito diferente. Nossa ideia é ensinar através da cultura do professor, queremos que o aluno se aproxime de diversas culturas e aprenda uma língua de uma forma mais completa. Que tal aprender árabe escutando uma contadora de histórias? Ou espanhol com um grupo de música tradicional cubana? Que tal aprender francês enquanto aprende também um pouco mais da riqueza do continente africano? No Abraço Cultural, o aluno terá aulas regulares focadas no idioma e, periodicamente, todos os alunos são convidados para um workshop de tradições, que pode envolver culinária, dança, literatura, cinema, curiosidades, política e história de um país tema.

Os cursos são pagos?2018-05-16T11:39:08-03:00

Sim. Como um dos principais objetivos do Abraço é gerar renda e, com isso, proporcionar meios para que os/as professores possam reconstruir suas vidas no país, os cursos são pagos. Toda a renda que o Abraço arrecada é proveniente do pagamento dos cursos pelo/as alunos/as e é essa receita que possibilita a autossuficiência e viabilidade do projeto.

Qual é o material usado nas aulas?2018-05-16T11:41:38-03:00

Nós desenvolvemos nosso próprio material. Para nós, é extremamente importante que tanto os/as alunos/as quanto os/as professores/as dialoguem e se reconheçam no material usado em sala de aula. E é por essa razão que decidimos preparar o nosso próprio material! Através dele, trabalhamos não só questões linguísticas, mas principalmente referências culturais que não são encontradas em qualquer lugar.

Como e onde fazer a matrícula?2018-06-18T15:22:28-03:00

As inscrições são feitas online, aqui no nosso site, na página de inscrição de cada tipo de curso. Você também pode entrar em contato com o Abraço SP e o Abraço RJ caso tenha dúvidas: contatosp@abracocultural.com.br / contatorj@abracocultural.com.br

Quais tipos de cursos são oferecidos?2018-05-16T11:43:43-03:00

Oferecemos cursos intensivos (em janeiro e julho), e cursos regulares e semi-intensivos durante os módulos regulares (de março a junho e de agosto a dezembro).

Qual a duração dos módulos?2018-06-18T15:16:49-03:00

Isso vai depender do tipo de curso que você escolher fazer. O curso regular dura de aproximadamente 4 meses. No Semi intensivo cada módulo é realizado em cerca de 2 meses. E o intensivo dura apenas um mês, ideal para fazer nas férias!

Quais os dias e horários das aulas?2018-06-18T15:23:23-03:00

Oferecemos turmas em diversos horários, de segunda a sábado. Porém, os dias e horários das novas turmas sempre são divulgados apenas quando as inscrições são abertas. Confira na página de inscrição de cada tipo de curso.

Como sei em qual nível estou e qual turma entrar?2018-05-16T11:49:46-03:00

Não se preocupe. Quem já estudou um idioma pode realizar um teste de nivelamento online e, assim, verificar qual seria o módulo mais adequado aos conhecimentos do/a aluno/a. Dessa maneira, garantimos que na turma os/as alunos/as estejam no mesmo nível da língua.

Há quanto tempo o Abraço existe?2018-05-16T11:50:41-03:00

O Abraço Começou em março de 2015, tendo sua primeira turma em julho de 2015 em São Paulo e em março de 2016 no Rio de Janeiro.

Quem faz parte do Abraço Cultural?2018-08-27T13:04:39-03:00

Temos uma equipe de coordenadores/as e de voluntários/as. Você pode conhecer mais sobre a gente no menu “Nossos coordenadores”.

Saiba mais sobre a história da Abraço aqui.

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SEDE RIO DE JANEIRO
Rua Conde de Bonfim, 488, 3º andar, Tijuca (Perto do Metrô Saens Peña)
Atendimento sendo realizado apenas via e-mail, telefone e redes sociais.


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(no momento, entre 13h e 19h)

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(no momento, entre 13h e 19h)

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